Resumo esquemático dos problemas do país

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11 comentários a “Resumo esquemático dos problemas do país

  1. Mas havendo liberdade de circulacao de capitais na Europa, e sendo que a escassez de capital aumenta o respectivo retorno… Porque e que ninguem investe ca?

  2. Pingback: Resumo esquemático das soluções partidárias para a economia | A Montanha de Sísifo

  3. Na produção de riqueza nacional, falta abordar aqui o factor multiplicador dos bens biológicos, que na falta de capital monetário, teremos de considerar capital-terra, capital-água, capital-animais vivos reprodutores e capital-sementes reprodutoras. Todos estes activos de capital foram, são e serão a base de quaquer economia moderna. O capital-humano que irá afectar estes recursos biológicos deverá ser mutuamente afectado no tempo disponibiizado na sua exploração e retirar daí os seus próprios rendimentos para satisfação plena das suas necessidades. Havendo excedentes nas contas de exploração multiplicadora de alguns activos, poderão então adquirir por troca ou em valor os bens deficitários e assim equiibrar as contas.
    Para que este modelo funcione, não poderemos ter capital-humano parasita ou improdutivo a consumir os excedentes. Não podemos ter Estado-parasita a cobrar impostos sobre tudo e todos, desde que se mexa, trabalhe, invista, crie emprego, tenha casa, tenha carro, tenha filhos, tenha animais, tenha terra, tenha água etc.etc.
    Se para termos um Estado-parasita nos moldes anteriores, tivermos que cobrar impostos para pagar o capital-humano-parasita que o Estado-parasita contrata para parasitar a economia do capital-humano empreendedor e multiplicador de riqueza, este último capital-humano deixa de estar motivado para se mexer e produzir riqueza, por isso deixa de ter excedentes e por isso deixa de poder satisfazer as suas necessidades em pleno, deixando por isso de poder pagar impostos ao Estado-parasita.
    Entretanto e uma vez que o Estado-parasita já contratou capital-humano-parasita e tem dificuldade em deixar de ser Estado-parasita e deixar de ter capital-humano-parasita, vai pedir emprestado Capital-internacional-parasita normalmente improdutivo e não-multiplicador para pagar as suas despesas-parasitas do capital-humano-parasita improdutivo.
    Falta saber meus, amigos, quem vai pagar os juros-parasitas do capital-internacional-parasita, não hoje, não amanhã mas daqui a 10 anos.
    Nota final: Os bens de capital-terra, capital-água, capital-animais vivos reprodutores e capital-sementes reprodutoras, circulam os primeiros, multiplicam-se os segundos, naturalmente sem a intervenção do capital-humano. Não criam excedentes. Por esse motivo o capital-humano, primeiro sobrevive e depois extingue-se. Apartir daí, a natureza multiplica-se em perfeito equilíbrio.

  4. Muito bem P.A.Barbosa. Só faltou dizer que este capital humano parasita existe e pode existir e multiplicar-se devido à ineficácia e geral indulgência da nossa Justiça no (aliás inexistente) combate à corrupção. Leiam bem o esquema acima, mas pensem se a corrupção pode ou não afetar cada um dos pontos acima e terão uma bem melhor visão do nosso problema!

  5. 1 – A caixinha “É preciso investimento privado” não tem setas de entrada…
    2 – Aumentar o salário mínimo faz aumentar o desemprego???
    Provavelmente outras parvoíces existem, mas não perdi mais do que 2 minutos a ler e a escrever esta resposta🙂

    • 1 – Estou a partir do presuposto que é uma pessoa inteligente e entendeu que o diagrama é uma versão simplista da verdade.
      2 – Não é directo, mas sim, aumentar o salário mínimo pode aumentar o desemprego. Basta que a empresa não tenha sustentabilidade para pagar esse valor… é que ao contrário do sector públicos, no privado há mesmo despedimentos e há falências! E tendo em conta o tecido empresarial existente em Portugal, que tem a corda à volta do pescoço e está tudo a fechar ou a fazer um esforço imenso para não o fazer, aumentar salário mínimo vai quase inevitavelmente levar a que as empresas mais frágeis abram falência…

  6. Concordo inteiramente com o Paulo Ferreira: o maior problema do nosso país é a Justiça. Ou a falta dela! Temos imensos problemas, mas nenhum se resolve sem justiça, e como ela falha, todos esses problemas se amontoam e levam o país ao estado em que está. Olhar para isto exclusivamente do ponto de vista económico e financeiro não resolve nada, quanto mais se tenta mais fundo nos enterramos… e mais cheios ficam os bolsos de corruptos e ladrões por esse país todo! O dinheiro é como a energia, não se perde, apenas se transforma (ou neste caso, apenas muda de bolsos).

  7. Não sou contra que o dinheiro mude de bolsos, desde que as contrapartidas da mudança sejam benéficas para ambas as partes e sejam acima de tudo voluntárias, ou seja expressem as vontades de ambas as partes. No estado actual das coisas a mudança do dinheiro dos bolsos das pessoas é manifestamente involuntário e unidirecional. Voltando ao parasitismo estatal, justiça incluida, notamos que para deduzir oposição sobre um malfeitor público ou privado que nos quer sacar dinheiro em tribunal, teremos que desembolsar à cabeça as custas judiciais e contratar advogado e apresentar provas de defesa. Se por alguma razão as provas são mal conduzidas ou mal explicadas em tribunal e por sinal a Juiza, porque em geral é sempre uma juiza, não tem idade nem experiência para analisar o que quer que seja do mundo real, então estamos tramados à cabeça.
    Esta é meus senhores a nossa justiça para casos pequenos. Para os casos grandes é tudo mais fácil, para os infractores. Só espero não chegar lá como infractário.
    A justiça-parasita é em Portugal a maior sorvedora dos excedentes criados pelo tecido económico.

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